Como a maioria dos filmes americanos, "Os agentes do destino" (Matt Damon/Emily Blunt) serve mais para distrair do que para provocar reflexão, mas de qualquer forma levanta a velha questão destino x livre-arbítrio.
Movemo-nos com nossos desejos e projetos dentro de um plano maior, superior, inacessível à nossa compreensão. É difícil saber até que ponto o agir segundo nossa própria vontade encontra aprovação dessa vontade universal, ou até onde vai nosso poder de alterar o todo e fazer nosso próprio destino.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Lembrando Sadako
As notícias sobre os problemas nas usinas nucleares do Japão ganharam para mim hoje um novo significado, quando abri um e-mail enviado por minha amiga Tiyoe, sobre uma menina japonesa que viu o desabrochar da rosa de Hiroshima, mas não morreu na hora. Por causa da radiação, ela teve leucemia e morreu poucos anos depois, acreditando que se salvaria pelo origami, fazendo mil tsurus (garças) de papel.
Lembrei-me que li essa história quando criança. O nome do livro era Sadako quer viver, da coleção Jovens do Mundo Todo, escrito por Karl Bruckner em 1963. Acho que toda criança tem o direito de ler ou ouvir a história da menina Sadako.
Lembrei-me que li essa história quando criança. O nome do livro era Sadako quer viver, da coleção Jovens do Mundo Todo, escrito por Karl Bruckner em 1963. Acho que toda criança tem o direito de ler ou ouvir a história da menina Sadako.
domingo, 1 de maio de 2011
Ainda o amor
"Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal." (Friedrich Nietzsche - 1844-1900).
Talvez seja impossível saber exatamente o que pensava o filósofo alemão ao enunciar essa máxima. Será que ele imaginava o poder de consolação dessa ideia para os que muito amam e que se debatem constantemente entre a culpa e a auto-justificação?
Talvez seja impossível saber exatamente o que pensava o filósofo alemão ao enunciar essa máxima. Será que ele imaginava o poder de consolação dessa ideia para os que muito amam e que se debatem constantemente entre a culpa e a auto-justificação?
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