Aquele que vê a humanidade como uma mosca na garrafa acredita que pode mostrar a ela o caminho, que está ali, evidente, mas que ela não enxerga. O que vê a humanidade como um peixe na rede está tão perdido como ela, incapaz de ajudá-la a escapar da morte. Já o filósofo que considerar estar a humanidade num labirinto sabe que há uma saída, embora, como ela, não a veja. Este não tem a arrogância do primeiro nem o desalento do segundo, mas tem a esperança de com ela encontrar a liberdade.
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